“Que me perdoem o linguajar, mas que vidinha filha da puta. Tudo bem, a vida é linda e essas coisas boas, mas tem dia que ela faz a gente de palhaço. E a gente acaba sendo.”
“Sempre acreditei que as palavras são muito poderosas. E inventei uma lei: quem fala esquece, quem ouve não esquece. Na hora da raiva a gente fala pelos cotovelos o que dá na telha. Depois que a poeira baixa é que vamos perceber que fizemos muito barulho por nada.”
“Um dia a gente vai rir disso tudo, talvez até hoje mesmo.”
“Existem muitas coisas que eu gostaria de te dizer, mas não sei como.”
“Ultimamente eu não sei se é sono, se estou mal, ou se é cansaço mesmo.”
“Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue “imagem e ação” e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.”
“— Nunca quis de machucar.
— Isso realmente não importa, porque no fim machuca do mesmo jeito.”
“É estranho como as pessoas se interessam muito mais em saber os motivos e detalhes do seu sofrimento do que simplesmente te dar uma força.”
“Queria poder te odiar nem que fosse por cinco minutos, cinco míseros minutinhos do meu dia bastava. Só não sentir tanta culpa por ainda te querer tanto.”